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Uma estória legal

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Categoria: Humor
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Uma estória legal
Luiz Francisco (Magrelo) Participação especial :Nelsinho

Após terminar a faculdade de direito João procurava arranjar um estágio no fórum municipal. Ele foi conversar com o juíz responsável por aquela comarca afim de perdir-lhe a favor do cargo de estagiário. O juíz agiu com indiferença negando impiedosamente o pedido do rapaz. João contava com aquele trabalho para garantir seu próprio sustento, já que perdera seus pais em um acidente e como único herdeiro havia acabado com todos bens e dinheiro deixado por seus progenitores. O nobre João sai a procura de propostas de trabalho nas cidades da região, mas o que ele consegue é um frio e impiedoso não. Sem recursos João vai trabalhar de cego para um mendigo (o mendigo necessitava de um ajudante porque já não conseguia cumprir seus dois empregos o de cego e o de surdo) pela manhã, e ganhava 10% de tudo que era arrecadado, e a tarde de vendedor de picolé e recebia R$ 1,99 por tarde, que mal dava para ele comprar o seu lanche : um PMO (pão com mortadela e ovo) e beber um copo de KI-SUCO do pokémom sabor morango. Achando que estava recebendo pouco João resolve aceitar a proposta de seu amigo e trabalhar de apanhar café e ganhar R$ 5,50 por saca de café colhido. No começo não foi nada fácil e quando ele puxava o galho do café ele acertava umas galhadas no olho, mas com o passar do tempo ninguém o superava na arte de apanhar café. João se sentia rico novamente e com pouco tempo de trabalho comprou um carro zero km (aquelas carroças de catar papelão), pensando em melhoras a seu futuro financeiro . Mais uma vez o destino não deu trégua e com a séria crise do mundo cafeeiro João foi demitido. Ele não passou por maiores dificuldades já que tinha seu próprio negócio. Trabalhou dia-após-dia de sol-a-sol de catador de papelão e entrou para uma associação de catadores de papelão de sua cidade. Um dia descobriram que João molhava o papelão para pesar mais, bateram nele com um pedaço de pau e roubaram seu veículo. Sem esperanças e sem carro João vaga pelas ruas e passando em frente ao Fórum e vê um cartaz com o nome do novo juíz já o antigo, o mesmo que lhe negara o pedido de estágio havia morrido. João fica por algum tempo tentando recordar algo e se lembra que era o nome de um moço que fez faculdade com ele. Quem precisava de chance melhor? Era certo que ele não negaria o pedido de João. Ele vai ao encontro do nobre juíz e disse quem era e do que se tratava. Juíz se recordou perfeitamente. O que vocês acham que ele respondeu? A resposta foi não, porque o juíz se lembrou que esse João era um mala e tinha roubado sua paçoquinha. Recordando do roubo da paçoquinha o juíz manda prender João. Moral: roubar a paçoquinha dos outros pode custar muito caro.
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Publicação:2005-10-15
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